Caspar David Friedrich, Mulher ao Sol da Manhã (1818)
28.5.09
26.5.09
21.5.09
19.5.09
Baía do Sol
18.5.09
Ao Rei Lagarto
16.5.09
Rosa
Lima de Freitas, O Milagre das Rosas«Rosa, ó contradição pura, volúpia
de ser o sono de ninguém sob tantas
pálpebras.»
Rilke, Poemas - 1926
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Matérias Comuns,
V Império
Catedral
«Vamos-te construindo com mãos a tremer
e pomos, em torre, átomo sobre átomo
Mas quem pode concluir-te,
Catedral?
O que é Roma?
Desmorona-se.
O que é o Mundo?
Despedaça-se
antes de as tuas torres terem cúpulas,
antes que de milhas de mosaico
surja a tua fronte resplendente.
Mas muitas vezes em sonho
posso abarcar
o teu espaço,
fundo, desde o início
até à aresta dourada do telhado.
E vejo então: os meus sentidos
formam e constroem
os últimos ornatos.
Em nenhum outro lugar, ó Amada, haverá mundo senão em nosso íntimo. A nossa vida esvai-se na transformação. E o que é exterior, cada vez mais diminuto, desaparece. Para onde havia outrora uma permanente casa, propõe-se agora uma construção concebida, a toda a extensão, da ordem do pensável, como se estivesse toda ainda no cérebro. (...) Templos, já não os conhece. A estes, desbarato do coração, nós mais secretamente os resguardamos. Sim, onde quer que subsista uma coisa, uma coisa outrora feita de oração, de serviço, de genuflexão -, aflora já, tal como está, o invisível.
Muitos dela não se apercebem já, nem têm a vantagem de o construírem agora no seu íntimo, com pilares e estátuas, maior!
Cada insensível rotação do mundo tem destes deserdados a quem não pertence nem o que foi, nem o que há-de seguir-se. Pois o que há-de seguir-se é longínquo para os homens. A nós isto não nos deve perturbar; antes nos dê a força de guardar a forma ainda reconhecível. Isto que outrora estava entre os homens, no seio do destino, desse destruidor, estava no não-saber-para-onde-ir, como ser sendo, e vergava para si as estrelas de céus firmes. Ó Anjo, a ti o mostro ainda, ali! no teu olhar, fique por fim a salvo, finalmente erguido, agora. Colunas, pilones, a Esfinge, esse erguer-se em anelo, na soturna cor de cidades em estertor ou de estranhas cidades, da catedral.
Estas coisas que vivem do declínio compreendem que tu as louves; efémeras, confiam-se-nos como coisas salvando-se, a nós os mais efémeros. Querem que as transformemos por completo no coração invisível, em - oh, infinitamente - em nós! Sejamos nós quem formos, afinal.
Terra, não é isto o que tu queres: surgir invisível em nós? Não é o teu sonho seres um dia invisível? Terra! invisível!
Se a transformação não é a tua missão imperiosa, então qual será?
Terra, ó minha querida, eu quero. Oh, acredita, não seriam mais necessárias as tuas Primaveras para me conquistar para ti -, só uma, ai! uma única e já demasiada para o sangue.
Inominadamente, por ti me decidi, já de longe.
Sempre tinhas razão e a tua sacra ideia é a discreta morte.
Uma existência excessiva para mim jorra, no coração.»
Rilke, O Livro das Horas, As Elegias de Duíno
e pomos, em torre, átomo sobre átomo
Mas quem pode concluir-te,
Catedral?
O que é Roma?
Desmorona-se.
O que é o Mundo?
Despedaça-se
antes de as tuas torres terem cúpulas,
antes que de milhas de mosaico
surja a tua fronte resplendente.
Mas muitas vezes em sonho
posso abarcar
o teu espaço,
fundo, desde o início
até à aresta dourada do telhado.
E vejo então: os meus sentidos
formam e constroem
os últimos ornatos.
Em nenhum outro lugar, ó Amada, haverá mundo senão em nosso íntimo. A nossa vida esvai-se na transformação. E o que é exterior, cada vez mais diminuto, desaparece. Para onde havia outrora uma permanente casa, propõe-se agora uma construção concebida, a toda a extensão, da ordem do pensável, como se estivesse toda ainda no cérebro. (...) Templos, já não os conhece. A estes, desbarato do coração, nós mais secretamente os resguardamos. Sim, onde quer que subsista uma coisa, uma coisa outrora feita de oração, de serviço, de genuflexão -, aflora já, tal como está, o invisível.
Muitos dela não se apercebem já, nem têm a vantagem de o construírem agora no seu íntimo, com pilares e estátuas, maior!
Cada insensível rotação do mundo tem destes deserdados a quem não pertence nem o que foi, nem o que há-de seguir-se. Pois o que há-de seguir-se é longínquo para os homens. A nós isto não nos deve perturbar; antes nos dê a força de guardar a forma ainda reconhecível. Isto que outrora estava entre os homens, no seio do destino, desse destruidor, estava no não-saber-para-onde-ir, como ser sendo, e vergava para si as estrelas de céus firmes. Ó Anjo, a ti o mostro ainda, ali! no teu olhar, fique por fim a salvo, finalmente erguido, agora. Colunas, pilones, a Esfinge, esse erguer-se em anelo, na soturna cor de cidades em estertor ou de estranhas cidades, da catedral.
Estas coisas que vivem do declínio compreendem que tu as louves; efémeras, confiam-se-nos como coisas salvando-se, a nós os mais efémeros. Querem que as transformemos por completo no coração invisível, em - oh, infinitamente - em nós! Sejamos nós quem formos, afinal.
Terra, não é isto o que tu queres: surgir invisível em nós? Não é o teu sonho seres um dia invisível? Terra! invisível!
Se a transformação não é a tua missão imperiosa, então qual será?
Terra, ó minha querida, eu quero. Oh, acredita, não seriam mais necessárias as tuas Primaveras para me conquistar para ti -, só uma, ai! uma única e já demasiada para o sangue.
Inominadamente, por ti me decidi, já de longe.
Sempre tinhas razão e a tua sacra ideia é a discreta morte.
Uma existência excessiva para mim jorra, no coração.»
Rilke, O Livro das Horas, As Elegias de Duíno
15.5.09
Céu estalado... Noite estrelada
Amendoeiras em Flor
«As amendoeiras em flor: tudo o que nós aqui podemos conseguir é reconhecermo-nos integralmente na aparição terrestre.
Infinitamente vos contemplo em espanto, ó bem-aventuradas, e o vosso agir, ao usardes o adorno de vertigem em sentido eterno.
Ah, quem soubesse florir: o nosso coração transporia
todos os fracos perigos e acharia paz no grande.
Mas que diques podem proteger-nos,
quando o mar do mundo estala os céus?»
Rainer Maria Rilke, Poemas - 1913/14
Infinitamente vos contemplo em espanto, ó bem-aventuradas, e o vosso agir, ao usardes o adorno de vertigem em sentido eterno.
Ah, quem soubesse florir: o nosso coração transporia
todos os fracos perigos e acharia paz no grande.
Mas que diques podem proteger-nos,
quando o mar do mundo estala os céus?»
Rainer Maria Rilke, Poemas - 1913/14
9.5.09
Queda do Império - Vitorino
Que a sorte é de quem
A terra amou
E no peito guardou
Cheiro da mata eterna
Laranja Luanda
Sempre em flor
5.5.09
Não me vejas por palavras.
Vê-me pela Luz dos olhos teus
- a minha Luz, Eu.
A(l)ma(ta)-me,
para sempre.
«Uma aragem de Além passou nos ares,
Beijou-me a fronte... e logo vi quem era.
Demoraste!...
Que há muito que são horas de chegares.
Já, do fundo dos céus crepusculares,
Veio a estrela da tarde... e à tua espera...
Mas porque me faltaste? E eis que, naquela
Voz que não soa, e é só como um rastilho
Na sombra que te esconde e te revela,
À minh'alma respondes: Não vês, filho[-Amado],
Que, desde que tu fitas essa estrela,
Sou eu quem nela e nos teus olhos brilho?»
José Régio, Biografia
Vê-me pela Luz dos olhos teus
- a minha Luz, Eu.
A(l)ma(ta)-me,
para sempre.
«Uma aragem de Além passou nos ares,
Beijou-me a fronte... e logo vi quem era.
Demoraste!...
Que há muito que são horas de chegares.
Já, do fundo dos céus crepusculares,
Veio a estrela da tarde... e à tua espera...
Mas porque me faltaste? E eis que, naquela
Voz que não soa, e é só como um rastilho
Na sombra que te esconde e te revela,
À minh'alma respondes: Não vês, filho[-Amado],
Que, desde que tu fitas essa estrela,
Sou eu quem nela e nos teus olhos brilho?»
José Régio, Biografia
4.5.09
Madrigal
«A minha história é simples.
A tua, meu Amor,
é bem mais simples ainda:
Era uma vez uma flor.
Nasceu à beira de um Poeta...
Vês como é simples e linda?
(O resto conto depois;
mas tão a sós, tão de manso,
que só escutemos os dois.)»
Sebastião da Gama, Cabo da Boa Esperança
A tua, meu Amor,
é bem mais simples ainda:
Era uma vez uma flor.
Nasceu à beira de um Poeta...
Vês como é simples e linda?
(O resto conto depois;
mas tão a sós, tão de manso,
que só escutemos os dois.)»
Sebastião da Gama, Cabo da Boa Esperança
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Mãe-Terra,
Poesia Portuguesa
2.5.09
1.5.09
Pequena Sinfonia
Porque Cantar é Amar, é (re)criarmo-nos a nós mesmos:
como filhos eternos do Amor Universal.
«A vida é vária e larga!
Tua doutrina,
Qualquer que seja, é sempre humana e estreita.
Deixa-me entregue à minha maior sina.
Não canto para te agradar.
Humano, como todos nós,
Talvez me saibam bem teus bravos e louvores.
Mas por te ouvir louvar
O timbre à minha voz,
Não foi que entrei na roda dos cantores.
Canto, como nas praias toa o mar;
Como sussurra a linfa dos ribeiros;
Como, entre abismos e despenhadeiros,
Espumas e torrentes
Retumbam todo o dia;
Como o vento suspira, quando esfia
Os cabelos das árvores frementes...
Canto, como as feras rugem,
O sol aquece,
As tempestades estrugem,
Um cadáver arrefece,
A Lua dá seu luar,
E o rouxinol, tonto de amor, se exprime...
Por lei de Deus, assim redimo o nosso crime!
Não canto para te agradar.
Tua doutrina,
É boa, sim, seja qual for,
Se nela pões teu sonho e teu amor.
Mas, por boa que seja, é sempre humana - é estreita.
Pode vir outra maior!
Pode outra asa erguer-se mais direita...
Pedes-me a carne para os teus combates?
Leva-a, se aqueles por quem tu te bates
São meus irmãos, - os pobres,
Os humilhados, os vencidos, os aflitos...
Precisas do meu sangue e dos meus gritos?
Toma-os, se podem ser uma gotinha
No mar que era preciso alevantar
Para lavar o mundo!
Exiges o meu ódio? Dou-to! (Queima-me
Esta lava enterrada cá no fundo...)
Requeres as palavras dos meus versos,
Os nomes, as ideias, os motivos, as paixões,
Os próprios sons e ritmos de canções?
São teus, bem sabes.
Tudo que é meu é teu.
- Só o meu canto não, que não é meu!
Meu canto vem do longe das idades,
Das entranhas da terra,
Dos círculos do inferno,
Da vastidão do céu...
Lateja de esperanças sobre-humanas,
Escorre seculares metafísicas saudades...
O seu pretexto é o nada que me aterra,
O nada que me encanta,
O nada que me indigna,
O nada, sempre nada, a que o meu fado se resigna...
Mas não é isso que ele canta!
Que eu sou só um - meu canto não no é!
Meu canto arde na fé que nada mata,
E eu luto com a minha fé.
Eu, quer ame quer não, - sou pessoal.
Mas meu canto é amor universal
Que excede tudo quanto é nosso.
O meu canto perdoa a quem eu não posso,
Ama a quem amo e a quem odeio,
Não cabe em mim, rasga-me o seio,
Mata-me!, - para se elevar.
Na letra do meu canto é só de mim que falo.
Mas o meu canto diz tudo que a todos calo,
Sabe tudo que ignoro,
Condiz com tudo que me espanta...
Que o meu canto só canta!
E eu arrepanho-me, eu arranho-me, eu arrasto-me,
Eu esgarço-me,
Eu injurio, rio, choro...
Eu, que sou eu, só peso e meço,
Mais nada peço,
Pobre peso falaz, triste falaz medida!
Mas o meu canto não!, porque o meu canto é a Vida.
Não!, porque eu morro de hora em hora,
E a minha vida, nem eu sei que fora,
Se, para além de mim, meu canto não cantara
Seu imortal transporte,
Alando-se na luz da eterna manhã clara,
Por sobre a minha morte.
A vida é infinita!
Tua doutrina,
É boa, sim, seja qual for,
Se nela pões teu sonho e teu amor.
Também, porém, sempre será restrita;
Sempre será doutrina;
Poderá vir outra maior...
Muito embora a pretexto de aparências,
Deixa-me, pois, entregue à minha maior sina!
Galgar as nossas continências!
Rasgar os Livros Santos que tu lavras!
Obedecer a Deus!, - que me elegeu Cantor
Do seu Romance sem Palavras.
E se julguei ter de negar o mundo
Para cantar-Te sem mentira,
Perdoa-me, meu Deus! Já sei que basta ir mais ao fundo:
Ver tudo mais por dentro do que vira.»
José Régio, Mas Deus é Grande
como filhos eternos do Amor Universal.
«A vida é vária e larga!
Tua doutrina,
Qualquer que seja, é sempre humana e estreita.
Deixa-me entregue à minha maior sina.
Não canto para te agradar.
Humano, como todos nós,
Talvez me saibam bem teus bravos e louvores.
Mas por te ouvir louvar
O timbre à minha voz,
Não foi que entrei na roda dos cantores.
Canto, como nas praias toa o mar;
Como sussurra a linfa dos ribeiros;
Como, entre abismos e despenhadeiros,
Espumas e torrentes
Retumbam todo o dia;
Como o vento suspira, quando esfia
Os cabelos das árvores frementes...
Canto, como as feras rugem,
O sol aquece,
As tempestades estrugem,
Um cadáver arrefece,
A Lua dá seu luar,
E o rouxinol, tonto de amor, se exprime...
Por lei de Deus, assim redimo o nosso crime!
Não canto para te agradar.
Tua doutrina,
É boa, sim, seja qual for,
Se nela pões teu sonho e teu amor.
Mas, por boa que seja, é sempre humana - é estreita.
Pode vir outra maior!
Pode outra asa erguer-se mais direita...
Pedes-me a carne para os teus combates?
Leva-a, se aqueles por quem tu te bates
São meus irmãos, - os pobres,
Os humilhados, os vencidos, os aflitos...
Precisas do meu sangue e dos meus gritos?
Toma-os, se podem ser uma gotinha
No mar que era preciso alevantar
Para lavar o mundo!
Exiges o meu ódio? Dou-to! (Queima-me
Esta lava enterrada cá no fundo...)
Requeres as palavras dos meus versos,
Os nomes, as ideias, os motivos, as paixões,
Os próprios sons e ritmos de canções?
São teus, bem sabes.
Tudo que é meu é teu.
- Só o meu canto não, que não é meu!
Meu canto vem do longe das idades,
Das entranhas da terra,
Dos círculos do inferno,
Da vastidão do céu...
Lateja de esperanças sobre-humanas,
Escorre seculares metafísicas saudades...
O seu pretexto é o nada que me aterra,
O nada que me encanta,
O nada que me indigna,
O nada, sempre nada, a que o meu fado se resigna...
Mas não é isso que ele canta!
Que eu sou só um - meu canto não no é!
Meu canto arde na fé que nada mata,
E eu luto com a minha fé.
Eu, quer ame quer não, - sou pessoal.
Mas meu canto é amor universal
Que excede tudo quanto é nosso.
O meu canto perdoa a quem eu não posso,
Ama a quem amo e a quem odeio,
Não cabe em mim, rasga-me o seio,
Mata-me!, - para se elevar.
Na letra do meu canto é só de mim que falo.
Mas o meu canto diz tudo que a todos calo,
Sabe tudo que ignoro,
Condiz com tudo que me espanta...
Que o meu canto só canta!
E eu arrepanho-me, eu arranho-me, eu arrasto-me,
Eu esgarço-me,
Eu injurio, rio, choro...
Eu, que sou eu, só peso e meço,
Mais nada peço,
Pobre peso falaz, triste falaz medida!
Mas o meu canto não!, porque o meu canto é a Vida.
Não!, porque eu morro de hora em hora,
E a minha vida, nem eu sei que fora,
Se, para além de mim, meu canto não cantara
Seu imortal transporte,
Alando-se na luz da eterna manhã clara,
Por sobre a minha morte.
A vida é infinita!
Tua doutrina,
É boa, sim, seja qual for,
Se nela pões teu sonho e teu amor.
Também, porém, sempre será restrita;
Sempre será doutrina;
Poderá vir outra maior...
Muito embora a pretexto de aparências,
Deixa-me, pois, entregue à minha maior sina!
Galgar as nossas continências!
Rasgar os Livros Santos que tu lavras!
Obedecer a Deus!, - que me elegeu Cantor
Do seu Romance sem Palavras.
E se julguei ter de negar o mundo
Para cantar-Te sem mentira,
Perdoa-me, meu Deus! Já sei que basta ir mais ao fundo:
Ver tudo mais por dentro do que vira.»
José Régio, Mas Deus é Grande
Tipo de Jogo:
Amor,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
Poesia Portuguesa
Maio Maduro Maio
Maio maduro Maio, quem te pintou?
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou.
Raiava o sol já no Sul...
30.4.09
Fernão de Magalhães
«Ter um destino é não caber no berço
Onde o corpo nasceu.
É transpor as fronteiras uma a uma
E morrer sem nenhuma...»
Miguel Torga, Poemas Ibéricos
Onde o corpo nasceu.
É transpor as fronteiras uma a uma
E morrer sem nenhuma...»
Miguel Torga, Poemas Ibéricos
29.4.09
Aos Filhos do Sol
«Mais de 100 anos passaram
eu ainda recordo
os tambores que ao longe
um dia me chamaram.
Trouxe a águia a mensagem
que o corvo leu
liberada pelo vento
aos filhos do sol.
Vós podeis matar-me o corpo
e condenar-me a alma.
Devo eu pintar a face
ou fumar a paz.
Eu já dei a minha pena
à semente da terra
que os céus hão-de chorar
no ciclo da vida.»
João Portela
«Sou a voz do Futuro, essa voz que há-de ouvir
Tudo o que sonha e vive, o que estremece e sente!...»
Teixeira de Pascoaes, Jesus e Pã
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Música Lusíada,
Poesia Portuguesa,
Teixeira de Pascoaes,
V Império
28.4.09
Brian Eno: An Ending (Ascent)
«[Cujo título é esta música] Giras sobre a tua própria luz, decantas as chamas sobre as silvas, no paúl. Vivo, me espanto que alvoreças entre os lençóis, nadas pelos sílexes, no cimo dos solários. Os reflexos da piscina ensombram o céu, o sol lima os toldos, no relvado. A sarça dos estores rasga a manhã, entre o ventre e o espasmo. Cíclame de fogo, acorre ao meu resgate, prata marinha tutela o meu abrigo, e vós, mostrai-me em sonhos o zagal, o zarcão.»
António Ferreira, O Comboio de Lúcifer
E a velha conhecida...
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Matérias Comuns,
Música Lusíada,
Poesia Portuguesa
O Nome do Homem
«As palavras é que me impedem de dizer a verdade. Simplesmente não há palavras.
Me deram um nome e me alienaram de mim.»
Clarice Lispector
O Nome de todo o Homem é Amor, origem da Liberdade, da Luz, do Homem:do Nome.
Me deram um nome e me alienaram de mim.»
Clarice Lispector
O Nome de todo o Homem é Amor, origem da Liberdade, da Luz, do Homem:do Nome.
O Mar
«Ser apenas o Amor, não ser quem ama.»
Teixeira de Pascoaes
«Dai-me uma alma transporta de argonauta,
Fazei que eu tenha, como o capitão
Ou o contramestre, ouvidos para a flauta
Que chama ao longe o nosso coração,
Fazei-me ouvir, como a um perdão,
Numa reminescência de ensinar,
O antigo português que fala o mar!»
Fernando Pessoa
Ser apenas o que falo, não ser quem fala.
É sendo o Mar, Fonte - Silêncio - e Foz da Palavra, que o Ser se cumpre: Infinito.
Teixeira de Pascoaes
«Dai-me uma alma transporta de argonauta,
Fazei que eu tenha, como o capitão
Ou o contramestre, ouvidos para a flauta
Que chama ao longe o nosso coração,
Fazei-me ouvir, como a um perdão,
Numa reminescência de ensinar,
O antigo português que fala o mar!»
Fernando Pessoa
Ser apenas o que falo, não ser quem fala.
É sendo o Mar, Fonte - Silêncio - e Foz da Palavra, que o Ser se cumpre: Infinito.
Tipo de Jogo:
Amor,
Fernando Pessoa,
Filosofia Ana-lógica,
Mar
26.4.09
De Portugal ao Brasil, a Utopia do V Império
Samba do Outro Mundo!
O que de Real nos ficará deste.
«Detonem a palavra - poetas -
poetas é outro nome de guerreiros e amorosos
do ser. Venham com seus amores transfigurados
com sua energia nuclear. A destruição pela
palavra é um redemoinho no ar
para novas configurações do imaginário,
de um novo fabulário que liberte Andrômeda
de seus grilhões e torne o monstro
digestível. Tirem a palavra de sua bainha,
o coração, sem hesitar. A palavra
- sopro cosmogônico - nossa arma de predileção,
nossa bomba amorosa de efeito retardado
mas seguro. O mundo que se desmunda aí está
à espera de aragem sagrada de vossas bocas
dizei um novo Atharva-Veda poetas oficiantes
buscai o ponto de união de tantos cacos
dispersos; dizei o verso que vem aos trancos
e barrancos dependendo de vossa ousadia
e alegria, pois é sempre alegre
o gesto criador, a palavra inicial.
Máquina de explorar o tempo
para frente e para trás
enquanto persistem as quatro dimensões.
Depois - nomes figuras sentimentos pensamentos
pressentimentos e uma tremenda fascinação,
graça do imaginado. E algo sem princípio nem fim:
para as crianças todos estão sempre em casa
para os velhos não há más notícias
para os moços trabalhar não é preciso
só navegar e ter um ninho para melhor repousar
de cansaço algum. Não ouvimos música,
somos a música. Dançar é ser mais leve
que o ar, o amor é um lago fundo
e todos sabem nadar. (...)
O tempo é bom
por maior que seja a chuvarada
as leis já foram revogadas por desnecessárias
Cristo sorriu e se afastou rumo a outras
constelações. Depois da grande crise a terra
está salva com ar de paraíso e nada mais falta
do que ser em uníssono com todas as canções.»
Dora Ferreira da Silva, Poemas em Fuga
O que de Real nos ficará deste.
«Detonem a palavra - poetas -
poetas é outro nome de guerreiros e amorosos
do ser. Venham com seus amores transfigurados
com sua energia nuclear. A destruição pela
palavra é um redemoinho no ar
para novas configurações do imaginário,
de um novo fabulário que liberte Andrômeda
de seus grilhões e torne o monstro
digestível. Tirem a palavra de sua bainha,
o coração, sem hesitar. A palavra
- sopro cosmogônico - nossa arma de predileção,
nossa bomba amorosa de efeito retardado
mas seguro. O mundo que se desmunda aí está
à espera de aragem sagrada de vossas bocas
dizei um novo Atharva-Veda poetas oficiantes
buscai o ponto de união de tantos cacos
dispersos; dizei o verso que vem aos trancos
e barrancos dependendo de vossa ousadia
e alegria, pois é sempre alegre
o gesto criador, a palavra inicial.
Máquina de explorar o tempo
para frente e para trás
enquanto persistem as quatro dimensões.
Depois - nomes figuras sentimentos pensamentos
pressentimentos e uma tremenda fascinação,
graça do imaginado. E algo sem princípio nem fim:
para as crianças todos estão sempre em casa
para os velhos não há más notícias
para os moços trabalhar não é preciso
só navegar e ter um ninho para melhor repousar
de cansaço algum. Não ouvimos música,
somos a música. Dançar é ser mais leve
que o ar, o amor é um lago fundo
e todos sabem nadar. (...)
O tempo é bom
por maior que seja a chuvarada
as leis já foram revogadas por desnecessárias
Cristo sorriu e se afastou rumo a outras
constelações. Depois da grande crise a terra
está salva com ar de paraíso e nada mais falta
do que ser em uníssono com todas as canções.»
Dora Ferreira da Silva, Poemas em Fuga
Tipo de Jogo:
Brasil,
Dora Ferreira da Silva,
História de Portugal,
Música Lusíada,
Poesia Brasileira,
V Império
25.4.09
A Hora da Lisboa
«AÇORES, ILHA S. MIGUEL, PONTA DELGADA, 23/06/2003; 21:26h
Os Lusos, Filhos da Luz, Guerreiros da Luz, são o expoente de uma "Raça de Titãs do Espírito", nascidos da "Estrela", constituíram no passado uma expressão de povo-raça que agora se mantém nos arquétipos da memória, que une todo um povo onde arde a Chama divina, Luso-Ibérico, da "terra dos gentios", dos Gálicos ou Galos, do ramo da Tuata de Gaedil, que deram origem aos galileus, onde viveu Maria, José e Jesus. Esse povo, era saído dos Galos da Galaécia, Galácia ou Galécia.
Inicialmente este povo vivia a norte da península Ibérica e era Celta. Tinha em si as sementes dos Atlantes e por isso esteve destinado a explorar e a percorrer os mares, precursores de toda a navegação. Estiveram unidos na epopeia das descobertas marítimas Portugal e Espanha.
Os Lusos que viveram na Península estavam ocupando o centro de Portugal e estendiam-se a terras Ibéricas sendo a sua capital Mérida.
O povo do sul de Portugal era designado de povo Real e descendiam directamente da Atlântida.
Esta semente é mantida nestes actuais Reis do Espírito, Filhos do Sacerdócio Real, Supremo, portadores da Iluminação, Membros da Ordem de MELKITZEDEK, na actual difusão das Chamas, de acordo com o Plano Divino, pelos Guerreiros da Luz, que habitam a "Galileia dos Gentios", portanto a tocha de Iluminação para o Mundo, desde a Sagrada Nação de LYS, desvelando a MÃE, a Hierarca do Espírito Santo, o Novo Império para todo o Planeta, são eles de pura linhagem lusa e com puro sangue Galo e da Ibéria – cumpre-se LYS na Luso-Ibéria, farol do espírito para o Mundo.
A Mãe sai de terras de Santa Maria e se dará ao Mundo, como Nova Aurora, Nova Chama da Caridade – Compaixão – Oportunidade, um Novo Estilo de Vida, Uma Nova Raça que inaugurará o Novo Milénio.
Estes Lusos de agora, Portadores da Luz, são Arautos da eternidade, Sacerdotes Supremos que conduzirão a BOA LYS (Boa-Lei) pelos portais da Eternidade, cumprindo-se o Graal na LUSITERNIDADE.
"É a hora."
Myriam»
Fonte
Os Lusos, Filhos da Luz, Guerreiros da Luz, são o expoente de uma "Raça de Titãs do Espírito", nascidos da "Estrela", constituíram no passado uma expressão de povo-raça que agora se mantém nos arquétipos da memória, que une todo um povo onde arde a Chama divina, Luso-Ibérico, da "terra dos gentios", dos Gálicos ou Galos, do ramo da Tuata de Gaedil, que deram origem aos galileus, onde viveu Maria, José e Jesus. Esse povo, era saído dos Galos da Galaécia, Galácia ou Galécia.
Inicialmente este povo vivia a norte da península Ibérica e era Celta. Tinha em si as sementes dos Atlantes e por isso esteve destinado a explorar e a percorrer os mares, precursores de toda a navegação. Estiveram unidos na epopeia das descobertas marítimas Portugal e Espanha.
Os Lusos que viveram na Península estavam ocupando o centro de Portugal e estendiam-se a terras Ibéricas sendo a sua capital Mérida.
O povo do sul de Portugal era designado de povo Real e descendiam directamente da Atlântida.
Esta semente é mantida nestes actuais Reis do Espírito, Filhos do Sacerdócio Real, Supremo, portadores da Iluminação, Membros da Ordem de MELKITZEDEK, na actual difusão das Chamas, de acordo com o Plano Divino, pelos Guerreiros da Luz, que habitam a "Galileia dos Gentios", portanto a tocha de Iluminação para o Mundo, desde a Sagrada Nação de LYS, desvelando a MÃE, a Hierarca do Espírito Santo, o Novo Império para todo o Planeta, são eles de pura linhagem lusa e com puro sangue Galo e da Ibéria – cumpre-se LYS na Luso-Ibéria, farol do espírito para o Mundo.
A Mãe sai de terras de Santa Maria e se dará ao Mundo, como Nova Aurora, Nova Chama da Caridade – Compaixão – Oportunidade, um Novo Estilo de Vida, Uma Nova Raça que inaugurará o Novo Milénio.
Estes Lusos de agora, Portadores da Luz, são Arautos da eternidade, Sacerdotes Supremos que conduzirão a BOA LYS (Boa-Lei) pelos portais da Eternidade, cumprindo-se o Graal na LUSITERNIDADE.
"É a hora."
Myriam»
Fonte
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Matérias Comuns,
V Império
Li-berdade é a Verdade da Luz:da Palavra
Liberdade é a Vera Luz. Liberdade, Sempre!
O Homem é Filho do Amor Maior!
O Seu de Todos.
O Homem é Filho do Amor Maior!
O Seu de Todos.
Toda a Palavra significa Liberdade
A palavra Luso [de/a Luz], vem do Grego Lys significando Liberdade.
A Palavra é o som da Luz, é a Luz criando-se a si mesma:
toda a palavra significa Liberdade.
«A Terra inteira [através do Homem] dando à Luz o Céu.»
Teixeira de Pascoaes
A Palavra é o som da Luz, é a Luz criando-se a si mesma:
toda a palavra significa Liberdade.
«A Terra inteira [através do Homem] dando à Luz o Céu.»
Teixeira de Pascoaes
Tipo de Jogo:
Filosofia Ana-lógica,
Poesia Portuguesa,
Teixeira de Pascoaes,
V Império
23.4.09
Kátia Guerreiro - Asas e Rosa Vermelha
Oh mas apressemos a partida...
Rosa Encarnada: o Amor encarnado em Mim: a minha Alma.
Rosa Encarnada: o Amor encarnado em Mim: a minha Alma.
Saudade: Presente de Deus
Saudade, Ponte entre Passado e Futuro: Presente de Deus, a Fonte.
«Vemos a imagem reflectida, mas não o espelho que a reflecte.»
Teixeira de Pascoaes, O Bailado
Vemos a Ponte mas não a Fonte... pois a Ponte é já a Fonte, que para Si mesma caminha.
«Vemos a imagem reflectida, mas não o espelho que a reflecte.»
Teixeira de Pascoaes, O Bailado
Vemos a Ponte mas não a Fonte... pois a Ponte é já a Fonte, que para Si mesma caminha.
Tipo de Jogo:
Filosofia Ana-lógica,
Ilha dos Amores,
Poesia Portuguesa,
Teixeira de Pascoaes
22.4.09
Heróis do Mar - Saudade
Saudade Amada
«Mas a Ideia quem é? quem foi que a viu,
Jamais, a essa encoberta peregrina?
Quem lhe beijou a sua mão divina?
Com seu olhar de amor quem se vestiu?
(...)
Outra amante não há! não há na vida
Sombra a cobrir melhor nossa cabeça,
Nem bálsamo mais doce, que adormeça
Em nós a cantiga, a secular ferida!
Quer fuja esquiva, ou se ofereça erguida,
Como quem sabe amar e amar confessa,
Quer nas nuvens se esconda ou apareça,
Será sempre ela a esposa prometida!
(...)
Oh! o noivado bárbaro! o noivado
Sublime! aonde os céus, os céus ingentes,
Serão leito de amor, tendo pendentes
Os astros por dossel e cortinado!
As bodas do Desejo, embriagado
De ventura, afinal! visões ferventes
De quem nos braços vai de ideais ardentes
Por espaços sem termo arrebatado!
Lá, por onde se perde a fantasia
No sonho da beleza; lá, aonde
A noite tem mais luz que o nosso dia;
Lá, no seio da eterna claridade,
Aonde Deus à humana voz responde;
É que te havemos de abraçar, Verdade!
Lá! Mas aonde é lá! aonde? - Espera,
Coração indomado! o céu, que anseia
A alma fiel, o céu, o céu da Ideia,
Em vão o buscas nessa imensa esfera!
O espaço é mudo: a imensidade austera
Debalde noite e dia se incendeia...
Em nenhum astro, em nenhum sol se alteia
A rosa ideal da eterna primavera!
O Paraíso e o templo da Verdade,
Ó mundos, astros, sóis, constelações!
Nenhum de vós o tem na imensidade...
A Ideia, o sumo Bem, o Verbo, a Essência
Só se revela aos homens e às nações
No céu incorruptível da Consciência!»
Antero de Quental, Prosas da Época de Coimbra
A Saudade, tal como a Ideia do Homem, é a/o Esposa/o. O Dois do Um de Si. O Outro que o faz Ser Hum-ano.
Por isso Bandarra o vaticinou:
«Todos terão um amor,
Gentios como pagãos,
Os Judeus serão cristãos,
Sem jamais haver error.»
«A Ideia, o sumo Bem, o Verbo, a Essência
Só se revela aos homens e às nações
No céu incorruptível da Consciência!»
Ah a Consciência da Inconsciência do Amor.
A Consciência de Ser o Amor! Que outro inviolável céu haverá?
Tipo de Jogo:
Amor,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Luiz de Camões,
Música Lusíada,
Poesia Portuguesa
Sétima Legião - Noutro Lugar
Regresso ao Passado, nunca igual: mas para sempre igual ao diferente.
«O nome do projecto advém da legião romana enviada à Lusitânia no século I.»
Wikipédia
Oh noutro lugar
para todo o sempre
Oh há uma canção
que faz partir
Oh noutro lugar
para sempre, sempre
Oh, há uma canção
que está por descobrir
Vem...
«O nome do projecto advém da legião romana enviada à Lusitânia no século I.»
Wikipédia
Oh noutro lugar
para todo o sempre
Oh há uma canção
que faz partir
Oh noutro lugar
para sempre, sempre
Oh, há uma canção
que está por descobrir
Vem...
Tipo de Jogo:
Amor,
Deus,
Música Lusíada,
Poesia Portuguesa,
V Império
21.4.09
Lua Vermelha
«E a lua tornou-se como sangue.»
Apocalipse 6:12
Apocalipse 6:12
Tipo de Jogo:
Deus,
Maria Bethânia,
Mãe-Terra,
Música Lusíada,
V Império
A Lei da Vida: Sangue de Luz

Regresso à Pangeia: Terra de Pã
«A vaca receberá
A nova gente que vem,
Com prazer de tanto bem
Seu lei-te derramará.
As chagas do Redemptor,
E Salvador
São as armas de nosso Rei:
Porque guarda bem a Lei,
E assim a grei
Do mui alto Creador.
Nenhum Rei, e Imperador,
Nem grão Senhor
Nunca teve tal signal,
Como este por leal,
E das gentes guardador.»
Bandarra, Trovas
Tétis
«A deusa do mar, a mais jovem das Titânidas, filha de Urano, o Céu, e de Gaia, a Terra. Seu nome em grego significa ama, nutriz»
Site
A Lei da Vida cria-Se a Si mesma, pelo Amor que (se) Ama, que (se) Nutre. Que (para) sempre d(ar)á à luz a vida, à custa de a ir tirando:ardendo.
O Amor-Sangue redimido do Corpo de Jesus
renascerá como Leite de Tétis, da Mãe-Terra:
Sangue Espiritual do Novo Homem - Icor:
pela Aliança Eterna do Homem consigo próprio
na Viva Poesia da Língua Portuguesa.
Leite - Light:
tal como o Som se cria Luz, assim o Sangue se cria(rá) Leite.
Tipo de Jogo:
Amor,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Investigação Lusa,
Mar,
Mãe-Terra,
Poesia Portuguesa,
V Império
20.4.09
Levantai-Vos, Heróis do Novo Mundo!
Tipo de Jogo:
Brasil,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Maria Bethânia,
Música Lusíada,
Poesia Brasileira,
V Império
Missão do Homem: Sonhar o Céu na Terra II
O Homem só pode sonhar o Céu na Terra, pois a natureza do seu pensamento é infinita: é do Céu: o Ser que pensa.
O Ser que apenas está na Terra, na Terra cuja Raiz é Divina:
de Fruto-Futuro Divino.
O Ser que apenas está na Terra, na Terra cuja Raiz é Divina:
de Fruto-Futuro Divino.
Tipo de Jogo:
Filosofia Ana-lógica,
Ilha dos Amores,
Mãe-Terra,
V Império
Ouvidar o ouvido é relembrar
É ouvindo o som do(s) olvido(s)* que o Homem se recorda da sua Origem. Do Mar da Memória: da Luz - que É: Estrela Eterna.
*esquecido em castelhano
*esquecido em castelhano
Missão do Homem: Sonhar o Céu na Terra

O Sol irradia a Luz do Mar, o Som irradia a Luz do Coração.
É o Coração do Mar que bate no Homem, o Som do Sol o Canto da Humanidade: a Luz da Alma-Sol.
O Espírito Vê pelos olhos do Corpo: espelho da Alma, pois é sendo eles que Ele vê pela Luz do Sol-Alma.
O Espírito Ouve em Luz pelos sentidos do Corpo, pois é o Corpo a Mãe-Terra que dá à Luz a Alma:
O Som dos Ouvidos cria a Luz da Visão, como os Ovários (sem Género) criam o Corpo de Luz. Mas é do Útero: do Olhar Único - Unido, que o Corpo nasce. Que o Homem Re(i)nasce.
O Som dos Ouvidos é o Som do Mar da Terra: o Som que cria a Luz da Visão é o mesmo Som que cria a Luz do Sol.
O Sol acompanha o Olhar do Homem:
Queira o Homem sonhar o Céu na Terra, assim Verá a Luz do Seu Sonho: Virá à Luz o Seu Sonho: o Céu na Terra!
Tipo de Jogo:
Filosofia Ana-lógica,
Ilha dos Amores,
Mar,
Mãe-Terra,
Sonho,
V Império
18.4.09
A Profissão Religiosa
«Só os poetas deviam ocupar-se do líquido e ter o direito de falar dele à juventude ardente.»
Novalis, Os Noviços em Sais
Ohh o que não é líquido já não vive...
Novalis, Os Noviços em Sais
Ohh o que não é líquido já não vive...
Palavra de Fogo
«Quando a chave de toda a criatura
seja mais do que número e figura,
e quando esses que beijam com os lábios,
e os cantores, sejam mais que os sábios,
e quando o mundo inteiro, intenso, vibre
devolvido ao viver da vida livre,
e quando luz e sombra, sempre unidas,
celebrem núpcias íntimas, luzidas,
quando em lendas e líricas canções
escreverem a história das nações,
então, a palavra misteriosa
destruirá toda a essência mentirosa.»
Novalis, Introdução de Fragmentos
«No mundo há um só templo: o corpo humano. Nada mais sagrado do que esta forma sublime. (...) É no céu que tocamos quando tocamos num corpo humano.»
Novalis, Fragmentos
seja mais do que número e figura,
e quando esses que beijam com os lábios,
e os cantores, sejam mais que os sábios,
e quando o mundo inteiro, intenso, vibre
devolvido ao viver da vida livre,
e quando luz e sombra, sempre unidas,
celebrem núpcias íntimas, luzidas,
quando em lendas e líricas canções
escreverem a história das nações,
então, a palavra misteriosa
destruirá toda a essência mentirosa.»
Novalis, Introdução de Fragmentos
«No mundo há um só templo: o corpo humano. Nada mais sagrado do que esta forma sublime. (...) É no céu que tocamos quando tocamos num corpo humano.»
Novalis, Fragmentos
16.4.09
A Língua do Espírito Santo
A Serpente é a Língua que fala o Amor: a Mãe que cria o Amor que se cria a Si e a Ela: o Amor-Verbo. É Ela a Cobra de Fogo, que arde e dá à Luz o Amor.
É Ela a Escrava do Senhor: a Mãe Negra de Deus, a Filha do Sol e a Esposa de Cristo-Amor.
É Ela a Escrava do Senhor: a Mãe Negra de Deus, a Filha do Sol e a Esposa de Cristo-Amor.
A Serpente de Cristo: o Amor-Saber
Já não há Heróis do Amor? Cavaleiros do Amor?
Ohhh... como se pudesse haver outro Herói (de Eros) que não o Amor!
Como se pudesse haver outro Cavaleiro senão o que corre pelo Amor!
Se é Ele que em tudo corre: que tudo faz correr!
Ohh como se afinal não fôssemos todos uns míseros pobres, que só pelo Amor, Amando o Mundo-Vida, passamos de criados a Criador: de escravos a Rei!
Ohhh e que Reis! Reis do Reino Eterno!
Seja eu mísera, que me importa a mim, se já fui e serei Rainha pela Eternidade!
A Amante e Amada do Rei Amor, do único Rei que verdadeiramente reina: porque o único no Mundo que reina os corações: nos corações: que os É: como Centro de Tudo.
Meu Rei Amor: Portugal. Que me tomou o coração ainda antes de ele em mim bater. Que me é, cada vez que me sinto e penso. Que comigo vive desde sempre e para sempre, nesta Língua que nos uniu...
Esta Língua que unirá o Mundo. No meu coração mora essa Aliança: É.
E o que se É não morre nem se desata. Não teme nem se acaba.
O que se É: o que se Vê.
O que eu Vejo pela muda-mão que me guia que é a mesma cega-mão que me fala em Português. É o mesmo Amor visível e invisível, mudo e falante. Deste Tempo e do Anti-Tempo. É e Será Sempre: a Serpente do Sol! De Cristo.
Ohh o meu Amor de Sempre!...
Ohhh... como se pudesse haver outro Herói (de Eros) que não o Amor!
Como se pudesse haver outro Cavaleiro senão o que corre pelo Amor!
Se é Ele que em tudo corre: que tudo faz correr!
Ohh como se afinal não fôssemos todos uns míseros pobres, que só pelo Amor, Amando o Mundo-Vida, passamos de criados a Criador: de escravos a Rei!
Ohhh e que Reis! Reis do Reino Eterno!
Seja eu mísera, que me importa a mim, se já fui e serei Rainha pela Eternidade!
A Amante e Amada do Rei Amor, do único Rei que verdadeiramente reina: porque o único no Mundo que reina os corações: nos corações: que os É: como Centro de Tudo.
Meu Rei Amor: Portugal. Que me tomou o coração ainda antes de ele em mim bater. Que me é, cada vez que me sinto e penso. Que comigo vive desde sempre e para sempre, nesta Língua que nos uniu...
Esta Língua que unirá o Mundo. No meu coração mora essa Aliança: É.
E o que se É não morre nem se desata. Não teme nem se acaba.
O que se É: o que se Vê.
O que eu Vejo pela muda-mão que me guia que é a mesma cega-mão que me fala em Português. É o mesmo Amor visível e invisível, mudo e falante. Deste Tempo e do Anti-Tempo. É e Será Sempre: a Serpente do Sol! De Cristo.
Ohh o meu Amor de Sempre!...
Tipo de Jogo:
Amor,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal
A Mão-Terra
Ensinaram-nos a querer ter o mundo na mão. Mas como? Se com isso nos esquecemos de ser a mão?
A Nossa Mão... que É o Mundo!
O Mudo-Amor: o Amor-Mundo.
A Nossa Mão... que É o Mundo!
O Mudo-Amor: o Amor-Mundo.
Língua de Terra do Mar da Lua Solar
Todas as nossas palavras são do Sol:
pois todas são ditas por Nós:
(tão-só) Vivos à Luz do Sol.
Como todo o Ar da Terra
é gerado a partir do Sol.
Mas como no Amor:
a Terra cria o Sol que se cria a Si e a Ela:
o Homem cria o Amor que se cria a Si e a Ele:
O Homem cria Deus que se cria a Si e a Ele.
O Homem cria a Eternidade que se cria a Si e a Ele...
como Tempo.
Ohhh mas quando se igualará o Homem
ao seu Filho-Amado-Pai Sol-Amor-Deus?
Ohhh quando se olhará no espelho a Alma do espelho?
Ohhh o Fogo olhando-se na Água que é!
A Água refletindo todo o Fogo que a vive!
Ohhh o Amor redimido de si mesmo, cumprindo-se!
O Livro da História do Futuro de um Mundo fechado
para que o seu plano seja completo!
Ohh completo! Para que o Homem, de Si pleno: de Amor,
nele Viva a Beleza de Amar! Uno com Tudo!
Finalmente, Verdadeiro Príncipe Perfeito do Universo!
Conquistador de Corações! Marinheiro no Único Mar: o do Amor!
Imperador sem tempo nem lugar, no Trono Real da Terra, na Fonte do Amor Puro, na Praia do Futuro: no Céu de todas as constelações...
Ahhh na Terra do fim sem fim do Mundo!
Portugal.
Terra da Língua Portuguesa: da Luz,
do Homem Universal: do Amor Imortal,
da Vida Verdadeira!
De Deus Cristo.
pois todas são ditas por Nós:
(tão-só) Vivos à Luz do Sol.
Como todo o Ar da Terra
é gerado a partir do Sol.
Mas como no Amor:
a Terra cria o Sol que se cria a Si e a Ela:
o Homem cria o Amor que se cria a Si e a Ele:
O Homem cria Deus que se cria a Si e a Ele.
O Homem cria a Eternidade que se cria a Si e a Ele...
como Tempo.
Ohhh mas quando se igualará o Homem
ao seu Filho-Amado-Pai Sol-Amor-Deus?
Ohhh quando se olhará no espelho a Alma do espelho?
Ohhh o Fogo olhando-se na Água que é!
A Água refletindo todo o Fogo que a vive!
Ohhh o Amor redimido de si mesmo, cumprindo-se!
O Livro da História do Futuro de um Mundo fechado
para que o seu plano seja completo!
Ohh completo! Para que o Homem, de Si pleno: de Amor,
nele Viva a Beleza de Amar! Uno com Tudo!
Finalmente, Verdadeiro Príncipe Perfeito do Universo!
Conquistador de Corações! Marinheiro no Único Mar: o do Amor!
Imperador sem tempo nem lugar, no Trono Real da Terra, na Fonte do Amor Puro, na Praia do Futuro: no Céu de todas as constelações...
Ahhh na Terra do fim sem fim do Mundo!
Portugal.
Terra da Língua Portuguesa: da Luz,
do Homem Universal: do Amor Imortal,
da Vida Verdadeira!
De Deus Cristo.
Tipo de Jogo:
Amor,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Mar,
Mãe-Terra,
Padre António Vieira,
V Império
15.4.09
Na Mão do Amor
Ahh se fosse eu a ter mão no meu Amor!
Mas é Ele que me tem na minha...
Só posso ser sua Mãe... e Filha.
A Mãe que cria o Amor
que a Si mesmo se cria:
a Si e a mim:
Amor-Deus.
Como não Amá-Lo para lá de mim?
Não, Ele não é só o sentir. Não.
Como poderia sê-lo apenas?
O meu Amor é que é o meu Ser!
E se é o que Sou: é tudo o que digo, tudo o que faço...
Como desconfiar de mim mesma? DEle? Desta Vida por Ele criada?
Para quê? Que outra via haverá senão a dEle?
Se Tudo é Ele...
Até a Morte de onde Ele me fez nascer.
Até a Vida para a qual Ele me fará renascer:
Imortal.
Dúvidas, incertezas??
O Amor em mim não sabe pensar nisso.
Porque isso seria pensar no pensar... e Ele é Um.
Só pensa e vive cada momento como cada momento é: Único.
O que disse antes, sabe que já não o vai dizer nem viver outra vez.
Tudo nEle é contínuo renascimento.
Se errou, o erro ficou no passado. E Ele já o passou.
Ele é um contínuo Outro, e é por isso que nunca morre, e é por isso que pôde existir. E pode. E poderá. Incessantemente, sem princípio nem fim.
Com o único Fim de não ter Fim.
Com o único motivo de Amar por Amar. De Ser por Ser.
Com o único propósito de ser sempre o mesmo Amor por nunca deixar de ser Criança.
A Criança que cresce sem se decrescer a adulta (por si mesma anulada).
Que Aprende. Ahh mas sem se prender!
Sem se prender ao que seja, a não ser ao próprio Amor que a liberta!
Pois é sempre Ele o que a prende e logo desprende.
É Ele a Eternidade dentro do Tempo,
e será Ele o Tempo dentro da Eternidade!
Mas é Ele que me tem na minha...
Só posso ser sua Mãe... e Filha.
A Mãe que cria o Amor
que a Si mesmo se cria:
a Si e a mim:
Amor-Deus.
Como não Amá-Lo para lá de mim?
Não, Ele não é só o sentir. Não.
Como poderia sê-lo apenas?
O meu Amor é que é o meu Ser!
E se é o que Sou: é tudo o que digo, tudo o que faço...
Como desconfiar de mim mesma? DEle? Desta Vida por Ele criada?
Para quê? Que outra via haverá senão a dEle?
Se Tudo é Ele...
Até a Morte de onde Ele me fez nascer.
Até a Vida para a qual Ele me fará renascer:
Imortal.
Dúvidas, incertezas??
O Amor em mim não sabe pensar nisso.
Porque isso seria pensar no pensar... e Ele é Um.
Só pensa e vive cada momento como cada momento é: Único.
O que disse antes, sabe que já não o vai dizer nem viver outra vez.
Tudo nEle é contínuo renascimento.
Se errou, o erro ficou no passado. E Ele já o passou.
Ele é um contínuo Outro, e é por isso que nunca morre, e é por isso que pôde existir. E pode. E poderá. Incessantemente, sem princípio nem fim.
Com o único Fim de não ter Fim.
Com o único motivo de Amar por Amar. De Ser por Ser.
Com o único propósito de ser sempre o mesmo Amor por nunca deixar de ser Criança.
A Criança que cresce sem se decrescer a adulta (por si mesma anulada).
Que Aprende. Ahh mas sem se prender!
Sem se prender ao que seja, a não ser ao próprio Amor que a liberta!
Pois é sempre Ele o que a prende e logo desprende.
É Ele a Eternidade dentro do Tempo,
e será Ele o Tempo dentro da Eternidade!
Tipo de Jogo:
Amor,
Criança,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
Mãe-Terra
Port'Igual: Diamante d'Oeste
Portugal, terra de Inferno!
Ohhh de Inferno...
quase Paraíso!
Portugal, terra de Ninguém!
Ohhh de Ninguém...
quase de Todos!
Terra do Fim!
Ohhh do Fim...
quase do Princípio!
Terra do Nunca!
Ohhh do Nunca...
quase de Sempre!
E é este quase que mata
a Morte do Nosso Amor.
É este quase que nos canta
o Fim do Princípio do Mundo.
Portugal, terra de Nada!
Ohhhh de Nada...
quase de Tudo!
Terra de Mar,
Árvore Aquática:
Mãe d'Água do Sol
do Eterno Novo Mundo.
Tudo é Caminho:
só Portugal é,
igualmente, Fim!
Sim.
Aqui morrerei.
Ahhh... Nascerei!
Aqui o Fim da Vida
será cumprido.
Ohhh!... A Vida será Comprida!
O Fim se igualará a Si:
se revelará Sem Fim.
Ohhh de Inferno...
quase Paraíso!
Portugal, terra de Ninguém!
Ohhh de Ninguém...
quase de Todos!
Terra do Fim!
Ohhh do Fim...
quase do Princípio!
Terra do Nunca!
Ohhh do Nunca...
quase de Sempre!
E é este quase que mata
a Morte do Nosso Amor.
É este quase que nos canta
o Fim do Princípio do Mundo.
Portugal, terra de Nada!
Ohhhh de Nada...
quase de Tudo!
Terra de Mar,
Árvore Aquática:
Mãe d'Água do Sol
do Eterno Novo Mundo.
Tudo é Caminho:
só Portugal é,
igualmente, Fim!
Sim.
Aqui morrerei.
Ahhh... Nascerei!
Aqui o Fim da Vida
será cumprido.
Ohhh!... A Vida será Comprida!
O Fim se igualará a Si:
se revelará Sem Fim.
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Poesia Anita,
V Império
Blind Zero: You owe Us: You... Love!
Fim às fronteiras que não há:
The Evil burn spreads love
A boca do Inferno canta o Amor:
a terra infernal arde dando à Luz o Paraíso!
Ohh o Dia-bo é o futuro Dia
que, em chamas, o Cria.
A Dor é a Mãe do Amor.
A Morte, a Eterna Amada.
Só Ela, unindo-se ao Amor Amado,
terminará com a Distância.
Ohh o Inferno é afinal
esta Distância entre o que é Igual.
É esta Ausência do Real Sentimento
o único Tormento!
Mas há a Eternidade do Casamento
do Anjo Branco com o Negro!...
De Cristo com o Anti-Cristo!...
Ohhh como não cantar o Antagónico?
Se só com Ele terá fim
este surdo grito agónico!
14.4.09
O Amor quer, o Homem Ama, o Eterno Sol da Alegria nasce!
Amor Ama Sol: Maria Ana Silva
(Loucura, loucura!
Mas ao menos Cure...)
O único Sonho que o Homem pode sonhar é Ser (o) Céu!
(Pensar só pode ser Voar.)
Ahhh e que Escada o levará que não a do Nosso Senhor,
a do Amor do Pai, a do Pai do Amor.
Amor, Amor e Amor: eis todas as Trilogias deste Mundo,
Pai e Filho do Amor.
(Loucura, loucura!
Mas ao menos Cure...)
O único Sonho que o Homem pode sonhar é Ser (o) Céu!
(Pensar só pode ser Voar.)
Ahhh e que Escada o levará que não a do Nosso Senhor,
a do Amor do Pai, a do Pai do Amor.
Amor, Amor e Amor: eis todas as Trilogias deste Mundo,
Pai e Filho do Amor.
Tipo de Jogo:
Amor,
Criança,
Deus,
Fernando Pessoa,
Filosofia Ana-lógica,
Ilha dos Amores,
Matérias Comuns,
Sonho,
V Império
A Coroa dos Amantes: o Sol II
O Som-Palavra é o caminho que o Ser toma para se conceber:conhecer. Mas o seu Fim só pode ser de novo o seu Princípio: o Ser que (se) fala: o Coração do Silêncio.
Quando o Homem reconhecer que o Lugar do Som-Palavra é sempre o Silêncio: a Luz do seu Olhar, permitirá o regresso à sua Origem.
Quando o Homem reconhecer que o Lugar do Som-Palavra é sempre o Silêncio: a Luz do seu Olhar, permitirá o regresso à sua Origem.
A Coroa dos Amantes: o Sol
O Silêncio Primordial é a Coroa dos Amantes:a Espada da Justiça no Centro da Serpente da Verdade,
a Estrela de 8 pontas no Cerne da Eternidade.
Todo o Ato de Vida é Mudo.
O Mudo Amor, mudo Vencerá...
O vazio ruído,
como nunca antes perdido,
em vias de se reencontrar
no Seio do Silêncio:
o Céu.
A Grande Mudança se dará
quando a Música do Mundo
voltar a ser dançada
de acordo com a sua natureza...
Muda.
Quando o Homem de novo se Vir
na Palavra-Luz do Sol Amado:
Vivo!
Então... o Amor em Pessoa terá Vindo!
Deus Cristo.
Nascido a 21/12... de 1947. Em Algeciras, Cádiz, Ibéria.
14.4
Maranata!
Tipo de Jogo:
Amor,
Brasil,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Poesia Portuguesa,
V Império
13.4.09
Chamar o Futuro II
A Língua Portuguesa é a Música do Nosso Coração:
As palavras são os sons criados pelo Fogo do Amor.
Viver é Sentir: Ser o Amor!
Ahh! Mas só os olhos que Amam podem Vê-lo!
Só quem Ama o Amor Universal
canta a Chama Imortal da Terra do Futuro!
Canta a Luz do Eterno Fruto
da Árvore do Mar Sem Fim: do Amor!
Praia da Lua, Manaus (Mãe dos deuses)
As palavras são os sons criados pelo Fogo do Amor.
Viver é Sentir: Ser o Amor!
Ahh! Mas só os olhos que Amam podem Vê-lo!
Só quem Ama o Amor Universal
canta a Chama Imortal da Terra do Futuro!
Canta a Luz do Eterno Fruto
da Árvore do Mar Sem Fim: do Amor!
Praia da Lua, Manaus (Mãe dos deuses)
Tipo de Jogo:
Brasil,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Poesia Anita,
Poesia Portuguesa
Dar à Luz a Fé
«Deificação pelo fogo divino, expressada ainda por Ricardo de S. Vítor:
Quando a alma está imersa no fogo do amor divino, tal como o ferro, primeiro perde a sua negridão, e então crescendo até branco.»
Dalila Pereira da Costa, Místicos Portugueses do Século XVI (1986)
Que ser mais crente que a Criança?
Bastião do Nosso Amor Puro.
Quando a alma está imersa no fogo do amor divino, tal como o ferro, primeiro perde a sua negridão, e então crescendo até branco.»
Dalila Pereira da Costa, Místicos Portugueses do Século XVI (1986)
Que ser mais crente que a Criança?
Bastião do Nosso Amor Puro.
Tipo de Jogo:
Amor,
Criança,
Dalila Pereira da Costa,
Deus,
Poesia Portuguesa,
V Império
12.4.09
Apolorização
NostradamusO Encontro...
da Árvore da Vida com a Morte,
da Espada da Justiça com a Serpente da Verdade,
da Noite com o Dia.
Na Livre Vida só há a Palavra de Luz
NostradamusLook! The pages of the Book of Life are blank!
'Cause the Words can only be Us.
And enough of false mirrors. It's coming the Time of the Real One.
O único Livro da Vida é a própria Vida: Livre!
E que mais palavras querer que a do Infinito?
A Eterna Palavra do Sol: do Amor Imortal.
Tipo de Jogo:
Matérias Comuns,
Mãe-Terra,
Poesia Portuguesa,
V Império
O Juízo Final: a Redenção, pelo Amor
O único Pecado Original do Homem foi querer Amar: Ser o Amor!
Ohh mas que pecado pode ser esse, senão o mais Belo Querer e Desejo do Mundo?
Nenhum.
Se ao Amor se chamar pecado, se terá de chamar também o que redime: Redentor.
Pecado, quanto muito, será não-amar. Mas o Amor não sabe ver senão amando, não pode ajuizar o que é pecado e o que não.
Sim. O Juízo do Amor, o Juízo Final do Amor só pode ser...
a Redenção.
Só pode ser Acordar o Amor de todos os Corações do Mundo, iluminá-los a todos, e iluminando-os a todos terminará o Mal, que é só o não-haver. Terminará como só o Amor sabe terminar, sem terminar com nada, principiando sempre e para sempre Tudo.
Assim seja o que será.
Ohh mas que pecado pode ser esse, senão o mais Belo Querer e Desejo do Mundo?
Nenhum.
Se ao Amor se chamar pecado, se terá de chamar também o que redime: Redentor.
Pecado, quanto muito, será não-amar. Mas o Amor não sabe ver senão amando, não pode ajuizar o que é pecado e o que não.
Sim. O Juízo do Amor, o Juízo Final do Amor só pode ser...
a Redenção.
Só pode ser Acordar o Amor de todos os Corações do Mundo, iluminá-los a todos, e iluminando-os a todos terminará o Mal, que é só o não-haver. Terminará como só o Amor sabe terminar, sem terminar com nada, principiando sempre e para sempre Tudo.
Assim seja o que será.
Tipo de Jogo:
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
Ilha dos Amores,
Mãe-Terra,
V Império
Lingualar o Português IV
O corpo ausentemente presente (do homem, da terra), dormido: sonhando, daí que funcionando de modo autónomo, precisa de tornar sempre diferente a diferença em que ele mesmo se encontra quanto à sua ausência: tem de tornar, através do correr do tempo, ausente a sua própria ausência.
É este o Calvário de toda a Humanidade e Terra...
(Ohhh mas o cimo do Monte nunca se avistou de tão perto...)
É este o Calvário de toda a Humanidade e Terra...
(Ohhh mas o cimo do Monte nunca se avistou de tão perto...)
Lingualar o Português III
Acho que passei a adorar este novo verbo, Lingualar, bem melhor do que Falar, que mais parece Falhar. Principalmente compreendendo-o dentro do Verbo Amar: Ahhh Lingualar a Língua do Mar! Do Amar!
L-i-n-gualar o Português II
É apenas tornando diferente a diferença que a igualdade acontece. Pois Tudo é diferente, Tudo tem de diferir da sua Origem (Ausência) para existir.
A Diversidade é, portanto, inteiramente, a base da Unidade.
A Diversidade é, portanto, inteiramente, a base da Unidade.
L-i-n-gualar o Português
E Portugal? É Filho de seu Filho Brasil.
Diferença? Nenhuma.
Ou mesmo a diferença é o mais igual que têm:
É o que os iguala!
Diferença? Nenhuma.
Ou mesmo a diferença é o mais igual que têm:
É o que os iguala!
Tipo de Jogo:
Brasil,
Filosofia Ana-lógica,
História de Portugal
Chamar o Futuro
É a vez de Joana D'Arc
lançar o Fogo!!
Ahhh! chega de Guerras Frias...
É o Tempo da Paz!
Do Fogo do Amor Puro!
Da Chama do E-Terno Futuro!
Do Nosso Amor Mais-que-Tudo!
É o Tempo de Portugal ser cumprido,
do Brasil ser elevado a Príncipe
das Nações!
Ahhh a Restaurador dos Corações!
lançar o Fogo!!
Ahhh! chega de Guerras Frias...
É o Tempo da Paz!
Do Fogo do Amor Puro!
Da Chama do E-Terno Futuro!
Do Nosso Amor Mais-que-Tudo!
É o Tempo de Portugal ser cumprido,
do Brasil ser elevado a Príncipe
das Nações!
Ahhh a Restaurador dos Corações!
Casamento Portugal-Brasil: Mar (da Terra)-Céu
O óbvio: sermos Todos Irmãos, filhos de uma só Mãe, que nos criou e cria e nos guia através do seu Amado Filho Sol.
Que outro culto poderemos nós prestar ao que é sempre um mesmo?
Basta de partes, queremos ser Inteiros!
Como a Nossa Mãe, como o Sol: que Somos.
Cantemos o Nosso Único Amor! O que tem Fonte Comum
e que só poderá ter um Fim Com'Um.
Esta Língua nos une, e apenas nasceu para cantar
a Música do Nosso Coração: o Amor Universal... Imortal!
Sê Tu, Brasil,
em conjunto
com o Mundo,
o Filho
que a Mãe-Terra
tanto espera!
Sê Tu, Brasil,
o Beijo da Verdade
da Nossa Humanidade!
Sê Tu, Amor Maior,
o Eterno Farol
da Nova Idade!
E como eu Acre-dito que o serás...
Pois já o foste e és Antes de eu o saber.
Porque é a Memória da Terra que por Nós canta!
Já o dizia Santo Agostinho...
e como o sabia, também,
o Nosso Agostinho [da Silva]!...
Ahh e a Voz de Deus: de Vieira.
E tantos... tantos...
Que infinitos serão.
Pois é essa a Medida do que nos separou
ahhh mas também dos sentimentos
que nos unirão!!
E esses, só esses,
os que por Nós ficarão!
Louvado seja o Senhor
que nos juntou!
Que hoje! Que hoje!
Em mim renasce!
Ohhh se já nem me lembro
de Ele morrer...
Pois se não pode lembrar
do que não seja Amar!
Do que não se Ama
jamais rezará a Memória!
O Coração apenas guarda
a Luz Amada, a Eterna Noiva
Desejada.
Ou... o Eterno Noivo,
o Eterno Novo Amor.
Meu Eterno Filho-Amor,
que em mim nasceste tão pleno,
que nada para além de Ti
caberá em mim.
Que para mim:
És já o Além de Ti!
Pois se não fora assim,
como poderia eu
apenas sentir-me em Ti,
vivendo apenas por Ti!...
Se é em Ti que
me sinto além de mim...
Ahhh que Sinto (o) que Sou!
A Amar sem fim...
na Ilha do Sol do Amor.
É esse o Futuro do Passado
que nas nossas mãos está traçado:
Portugal-Amazonas
se consumindo no Fogo do Canto
do Brasil.
Eu não sei dizer
o que quer dizer...
Ahhh mas sei!
dizê-lo em silêncio,
meu canto mudo no ar,
como Vento...
é Ele... o Nosso Amor.
Para Sempre Reconquistado,
nunca perdido, afinal,
tão-só purificado: Iluminado.
Que outro culto poderemos nós prestar ao que é sempre um mesmo?
Basta de partes, queremos ser Inteiros!
Como a Nossa Mãe, como o Sol: que Somos.
Cantemos o Nosso Único Amor! O que tem Fonte Comum
e que só poderá ter um Fim Com'Um.
Esta Língua nos une, e apenas nasceu para cantar
a Música do Nosso Coração: o Amor Universal... Imortal!
Sê Tu, Brasil,
em conjunto
com o Mundo,
o Filho
que a Mãe-Terra
tanto espera!
Sê Tu, Brasil,
o Beijo da Verdade
da Nossa Humanidade!
Sê Tu, Amor Maior,
o Eterno Farol
da Nova Idade!
E como eu Acre-dito que o serás...
Pois já o foste e és Antes de eu o saber.
Porque é a Memória da Terra que por Nós canta!
Já o dizia Santo Agostinho...
e como o sabia, também,
o Nosso Agostinho [da Silva]!...
Ahh e a Voz de Deus: de Vieira.
E tantos... tantos...
Que infinitos serão.
Pois é essa a Medida do que nos separou
ahhh mas também dos sentimentos
que nos unirão!!
E esses, só esses,
os que por Nós ficarão!
Louvado seja o Senhor
que nos juntou!
Que hoje! Que hoje!
Em mim renasce!
Ohhh se já nem me lembro
de Ele morrer...
Pois se não pode lembrar
do que não seja Amar!
Do que não se Ama
jamais rezará a Memória!
O Coração apenas guarda
a Luz Amada, a Eterna Noiva
Desejada.
Ou... o Eterno Noivo,
o Eterno Novo Amor.
Meu Eterno Filho-Amor,
que em mim nasceste tão pleno,
que nada para além de Ti
caberá em mim.
Que para mim:
És já o Além de Ti!
Pois se não fora assim,
como poderia eu
apenas sentir-me em Ti,
vivendo apenas por Ti!...
Se é em Ti que
me sinto além de mim...
Ahhh que Sinto (o) que Sou!
A Amar sem fim...
na Ilha do Sol do Amor.
É esse o Futuro do Passado
que nas nossas mãos está traçado:
Portugal-Amazonas
se consumindo no Fogo do Canto
do Brasil.
Eu não sei dizer
o que quer dizer...
Ahhh mas sei!
dizê-lo em silêncio,
meu canto mudo no ar,
como Vento...
é Ele... o Nosso Amor.
Para Sempre Reconquistado,
nunca perdido, afinal,
tão-só purificado: Iluminado.
Tipo de Jogo:
Agostinho da Silva,
Amor,
Brasil,
Deus,
Fernando Pessoa,
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Mãe-Terra,
Poesia Anita,
V Império
Canto da Mãe-Terra
as matas que o vêem com amor
E ergueremos, então, [destas zonas]
Um tal canto vibrante e viril
Que será como a voz do Amazonas
Ecoando por todo o Brasil
Tipo de Jogo:
Brasil,
Matérias Comuns,
Mãe-Terra,
Poesia Brasileira
Estado do Acre
«(...) o primeiro a ser governado por uma brasileira, a professora Iolanda Fleming.
Sua capital é a cidade de Rio Branco. ["Capital Natureza"]
(...) [Rio Branco] foi um dos primeiros povoados a surgir nas margens do rio Acre. Conta a história que, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir novos seringais ali mesmo.
O Rio Acre, afluente direto do Rio Purus.
«No escudo oval, uma estrela vermelha de cinco pontas, solitária, que expressa o ideal de perfeição, inclinada para a sinistra numa posição excêntrica pouco acima à destra do centro do escudo, símbolo da manifestação central da luz, do centro místico, do foco ativo de um Universo em expansão, ou seja, entre a terra e o céu, a qual repousa em campo verde simbolizando a riqueza do solo-vegetação, a esperança, liberdade, honra, cortesia, amizade, a esmeralda e Vênus, sob o rio que tem o nome do Estado, em cor branca, símbolo da fonte de fecundação da terra e de seus habitantes; no centro do escudo, um solitário leopardo indo em frente, símbolo da altivez, da ferocidade, da habilidade, da força; por trás, uma seringueira, símbolo da riqueza acreana, da vida em perpétua evolução e em ascensão para o céu, evocando todo o simbolismo da verticalidade; no fundo vê-se a cor azul ou blau, símbolo da justiça, da formosura, da serenidade, da safira, do ar, da fortaleza, do caminho infinito, onde o real se transforma em imaginário.»
Site
E como se a Ibéria estivesse ali em semente, ou em fruto, Futuro:
«O Rio Tejo é um rio brasileiro que banha o estado do Acre.»
(Havendo também um rio Douro.)
Sua capital é a cidade de Rio Branco. ["Capital Natureza"]
(...) [Rio Branco] foi um dos primeiros povoados a surgir nas margens do rio Acre. Conta a história que, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir novos seringais ali mesmo.
O Rio Acre, afluente direto do Rio Purus.
Brasão do Rio Branco»
Wikipédia
«A expressão em latim Ubique Patriae Memor foi extraída do ex-libris do Barão do Rio Branco e se traduz como "Em qualquer lugar, terei sempre a Pátria em minha lembrança".»
Google
«No escudo oval, uma estrela vermelha de cinco pontas, solitária, que expressa o ideal de perfeição, inclinada para a sinistra numa posição excêntrica pouco acima à destra do centro do escudo, símbolo da manifestação central da luz, do centro místico, do foco ativo de um Universo em expansão, ou seja, entre a terra e o céu, a qual repousa em campo verde simbolizando a riqueza do solo-vegetação, a esperança, liberdade, honra, cortesia, amizade, a esmeralda e Vênus, sob o rio que tem o nome do Estado, em cor branca, símbolo da fonte de fecundação da terra e de seus habitantes; no centro do escudo, um solitário leopardo indo em frente, símbolo da altivez, da ferocidade, da habilidade, da força; por trás, uma seringueira, símbolo da riqueza acreana, da vida em perpétua evolução e em ascensão para o céu, evocando todo o simbolismo da verticalidade; no fundo vê-se a cor azul ou blau, símbolo da justiça, da formosura, da serenidade, da safira, do ar, da fortaleza, do caminho infinito, onde o real se transforma em imaginário.»
Site
E como se a Ibéria estivesse ali em semente, ou em fruto, Futuro:
«O Rio Tejo é um rio brasileiro que banha o estado do Acre.»
(Havendo também um rio Douro.)
Na Volta que a Serpente-Lusitânia Dá...
... para chegar ao Seu L-ug-ar: o Céu.
À Terra da Luz do Céu, igualada à Luz do Mar da Terra
- Nova Atlântida...
Tipo de Jogo:
História de Portugal,
Ilha dos Amores,
Música Lusíada
Atlântida
«Na praia da tua pele
na orla do teu domingo
eu brinco de navegar
e você flutua comigo
Que mares serão aqueles?
Mergulho e me desmilingüo
Marolas dentro de ti
são as ondas do Havaí
Dentro de ti
ao me afogar
eu descobri
Atlântida
Perto de ti
não vou dormir
pra não sonhar
com outra vida
Na ilha dos teus amores
aonde nasce o arco-íris
jamais anoitecerá
Tudo somos nós e o mar»
Celso Viáfora
na orla do teu domingo
eu brinco de navegar
e você flutua comigo
Que mares serão aqueles?
Mergulho e me desmilingüo
Marolas dentro de ti
são as ondas do Havaí
Dentro de ti
ao me afogar
eu descobri
Atlântida
Perto de ti
não vou dormir
pra não sonhar
com outra vida
Na ilha dos teus amores
aonde nasce o arco-íris
jamais anoitecerá
Tudo somos nós e o mar»
Celso Viáfora
11.4.09
Belém da Amazônia II
Da música Olhando Belém de Celso Viáfora (mais abaixo), ficaram a faltar ser cantados estes versos:
«Molhando meus olhos de verde-floresta
sentindo na pele o que disse o poeta
eu olho o futuro e pergunto pra insônia
será que o Brasil nunca viu a Amazônia?
E vou dormir com isso
Será que é tão difícil?»
Ou, será que o Brasil nunca se viu no Espelho da Serpente-Amazonas...
E responderá, também cantando, Zeca Baleiro Hoje:
«acho que vim pra te ver [:para me ver em ti].»
«Molhando meus olhos de verde-floresta
sentindo na pele o que disse o poeta
eu olho o futuro e pergunto pra insônia
será que o Brasil nunca viu a Amazônia?
E vou dormir com isso
Será que é tão difícil?»
Ou, será que o Brasil nunca se viu no Espelho da Serpente-Amazonas...
E responderá, também cantando, Zeca Baleiro Hoje:
«acho que vim pra te ver [:para me ver em ti].»
Tipo de Jogo:
Brasil,
Fernando Pessoa,
Música Lusíada,
Poesia Brasileira,
Poesia Portuguesa
Boitatá, Cobra de Fogo
«Boitatá é um termo tupi-guarani, usado para designar (...) o fenômeno do fogo-fátuo e deste derivando algumas entidades míticas (...).O termo seria a junção das palavras tupis mboi e tatá, significando cobra e fogo (...).»
Wikipédia
«Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.
Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos.»
Site
Zeca Baleiro - Juízo Final
O que quer que eu diga!...
Zeca Baleiro faz hoje anos (43), é de S. Luís do Maranhão, também chamada «Ilha do Amor»... É assim... É que em todo o canto do Brasil brilha o Futuro!...
E a Luz do Sol é Mãe, brilha - Ama - para todos, mesmo para quem (ainda) não a veja...
Mas está chegando a Hora do Grande Filho da Terra espalhar toda a Sua Luz!...
Manaus, Cidade da Flor
«Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões.
(...) o nome de Manaus, que significa "mãe dos deuses" (...)
Nessa época [séc. XX] foi batizada como Coração da Amazônia e Cidade da Floresta.
(...) Nossa Senhora da Conceição, a padroeira da cidade.
A parte superior do Brasão faz alusão ao dia em que então província aderiu à proclamação da República (21 de novembro de 1889). A superior esquerda representa o encontro das águas, com a representação de dois pequenos barcos ("bergantis"). (...) A parte superior direita representa a fundação de Manaus. A parte inferior alude ao período áureo da borracha. A Fortaleza e a Bandeira, representam o domínio português. (...) Os primeiros fundamentos da cidade estão representados pela casa de palha e as duas figuras centrais fazem alusão à paz celebrada entre os colonizadores e os indígenas, com o casamento do comandante militar da escolta portuguesa com uma filha do chefe da tribo.»
O encontro das águas: da Morte e do Amor (da Vida).
O Casamento Sagrado.
A Árvore, Mãe de Deus.
«A partir de 1912, a produção de borracheiro brasileira entrou em declínio (...).»
Ainda sobre o Brasão do Estado do Amazonas:
«A ÁGUIA AMAZONENSE: De asas abertas, unhas aduncas e o bico entreaberto, simboliza a grandeza, a força de nossa pujança.»
Wikipédia
(...) o nome de Manaus, que significa "mãe dos deuses" (...)
Nessa época [séc. XX] foi batizada como Coração da Amazônia e Cidade da Floresta.
(...) Nossa Senhora da Conceição, a padroeira da cidade.
A parte superior do Brasão faz alusão ao dia em que então província aderiu à proclamação da República (21 de novembro de 1889). A superior esquerda representa o encontro das águas, com a representação de dois pequenos barcos ("bergantis"). (...) A parte superior direita representa a fundação de Manaus. A parte inferior alude ao período áureo da borracha. A Fortaleza e a Bandeira, representam o domínio português. (...) Os primeiros fundamentos da cidade estão representados pela casa de palha e as duas figuras centrais fazem alusão à paz celebrada entre os colonizadores e os indígenas, com o casamento do comandante militar da escolta portuguesa com uma filha do chefe da tribo.»O encontro das águas: da Morte e do Amor (da Vida).
O Casamento Sagrado.
A Árvore, Mãe de Deus.
«A partir de 1912, a produção de borracheiro brasileira entrou em declínio (...).»
Ainda sobre o Brasão do Estado do Amazonas:
«A ÁGUIA AMAZONENSE: De asas abertas, unhas aduncas e o bico entreaberto, simboliza a grandeza, a força de nossa pujança.»
Wikipédia
Tipo de Jogo:
Brasil,
Deus,
Filosofia Ana-lógica,
Investigação Lusa,
V Império
Ama-zonas, Rio do Sol Negro
Rio da Noite (Negro) com o Rio do Sol (Sol-imões)[«(...) até chegar a Manaus, onde ao encontrar o Rio Negro, recebe o nome de Rio Amazonas.»] «No livro Matriarchat in Südchina: Eine Forschungsreise zu den Mosuo (Taschenbuch), a autora, Heide Göttner-Abendroth, revela a raiz comum da palavra Ama para a sociedade matriarcal ainda existente na China, no povoado de Moso, cujo significado é Mãe, na língua local dos mosos; a palavra ainda encontra a mesma raiz no norte da África, aonde também o matriarcado existiu e os quais se auto-denominavam amazigh. Por esta razão, a antiga palavra Ama tem o significado de Mãe no sentido mais estrito; no sentido figurativo denomina cultura matriarcal.
Nas lagunas ao longo do Amazonas floresce a planta Vitória Régia, cujas folhas circulares chegam a mais de um metro de diâmetro.»
Wikipédia
Que Amor maior que o de Mãe?...
É por ser o Coração da F-Ilha (não importando o Género) da Mãe-Terra, da Amada, que nele vive todo o Amor da Mãe (África).
Amazônia, Centro do Mundo
A Amazônia não pode ser o pulmão do mundo sem ser o coração...
Amazônia, a zona do Amor, ou da Mãe do Amor.
Amazônia, a zona do Amor, ou da Mãe do Amor.
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